(47) 98867-0043 São Jerônimo - RS
Resposta direta: Em São Jerônimo, a NBR 8036 exige no mínimo 2 furos de SPT para obras de até 200 m² de projeção. Na região, o ponto crítico é checar histórico de mineração e separar rejeito de solo.

A NEV Geotecnia executa sondagem SPT em São Jerônimo, a sondagem de solo que o projeto de fundação exige, conforme a ABNT NBR 6484:2020, com relatório assinado por engenheiro civil e ART. Com 21.028 habitantes (IBGE, Censo 2022), São Jerônimo é a 105ª cidade mais populosa do Rio Grande do Sul e integra a microrregião de São Jerônimo (Metropolitana de Porto Alegre). São Jerônimo fica a cerca de 473 km em linha reta da nossa base em São Bento do Sul (SC); a distância entra no item de mobilização da proposta.

Subsolo da região de São Jerônimo

Região carbonífera do Baixo Jacuí (formações Rio Bonito e Palermo)

Na borda norte do Escudo Sul-rio-grandense, ao sul do Jacuí, afloram rochas sedimentares permianas da Bacia do Paraná: arenitos, siltitos e camadas de carvão da Formação Rio Bonito e siltitos argilosos da Formação Palermo, em relevo de colinas. A região teve mineração subterrânea de carvão ao longo do século XX, em Arroio dos Ratos, Butiá e Charqueadas. As várzeas do Jacuí guardam aluviões com nível d'água raso.

Em São Jerônimo: Em São Jerônimo, a sede está na planície aluvial do Jacuí, com nível d'água raso.

Este é o contexto geológico regional, a partir da cartografia geológica oficial. O subsolo do seu lote só é conhecido com a sondagem — é exatamente para isso que ela existe.

O que a sondagem SPT costuma mostrar nesta região

  • Solo residual siltoso a argiloso de siltitos e folhelhos, com saprolito que perde resistência quando exposto.
  • Camadas arenosas da Formação Rio Bonito alternadas com siltitos.
  • Em várzea: aluvião com camadas moles e nível d'água raso.
  • Em áreas mineradas: aterros de rejeito e estéril.

Pontos de atenção ao programar a investigação

  • Checar o histórico de mineração do lote (galerias antigas e áreas de rejeito) antes de definir a fundação.
  • O boletim precisa distinguir rejeito, aterro e solo natural na descrição das amostras.
  • Siltitos da Formação Palermo se desagregam com umedecimento e secagem; isso pesa em cortes e escavações.

O que a norma exige

A NBR 6122:2022 exige investigação geotécnica para o projeto de fundações; a campanha mínima é de sondagens a percussão (SPT). A NBR 8036 define o número e a locação dos furos, e a NBR 6484:2020 define a execução (veja como funciona a sondagem SPT): amostrador padrão cravado por martelo de 65 kg em queda livre de 75 cm, N igual ao número de golpes nos últimos 30 cm de cada metro, amostra a cada metro com descrição tátil-visual e registro do nível d'água.

Fundações usuais na região

Em solo residual de siltito, fundação direta e estacas escavadas são comuns em obras leves. Sobre rejeito ou aterro, o usual é atravessar o material até o solo natural. Onde pode haver galeria, a solução só é definida depois da consulta ao histórico de lavra. Isso é prática regional, não regra: a solução de fundação é do projetista, com base no resultado da sondagem.

Erros que encarecem a fundação em São Jerônimo

  • Menos furos que o mínimo. A NBR 8036 pede 2 furos até 200 m² de projeção e 3 entre 200 e 400 m². Abaixo disso, o relatório não serve de base para o projeto.
  • Parar o furo cedo. Encerrar antes do critério de paralisação da NBR 6484:2020, ou no meio de uma camada mole, tira do projetista justamente o dado que decide entre fundação direta e estaca.
  • Usar a sondagem do vizinho. A NBR 6122:2022 exige investigação para a edificação que será projetada. Em área de aterro, transição de solo ou matacão, o perfil muda em poucos metros (prática de campo).
  • Furo sem locação nem cota. Sem a posição em planta e a cota da boca de cada furo referida a uma RN, não há como comparar perfis nem traçar seção do terreno.
  • Trado no lugar de SPT. A sondagem a trado (NBR 9603) coleta amostra, mas não mede resistência; não substitui o N do SPT no dimensionamento da fundação.
  • Relatório sem ART. Sem Anotação de Responsabilidade Técnica, o documento não tem responsável perante o CREA.

A NEV Geotecnia em campo

Fotos de campanhas executadas pela NEV Geotecnia, mostradas como exemplo do equipamento e do procedimento; não são, necessariamente, obras em São Jerônimo.

Como pedir a sondagem em São Jerônimo

  1. Envie pelo WhatsApp o endereço ou a localização do terreno, a área de projeção da obra e o número de pavimentos.
  2. Montamos o programa de furos pela NBR 8036 e enviamos a proposta com a mobilização separada.
  3. A equipe executa em campo e você recebe o relatório com os perfis e a ART.

Serviços relacionados em São Jerônimo

Leia antes de contratar a sondagem

Perguntas frequentes

Preciso de sondagem SPT para construir uma casa em São Jerônimo?

Sim. A NBR 6122:2022 exige investigação geotécnica para projetar fundações, e a sondagem SPT é a investigação mínima. Para casas até 200 m² de projeção, a NBR 8036 pede pelo menos 2 furos.

Quanto custa uma sondagem SPT em São Jerônimo?

O valor depende do número de furos e da profundidade de cada um, que saem da área da obra e do tipo de estrutura, além da mobilização da equipe até o terreno. Enviamos proposta fechada depois de receber a localização e a área.

Qual a diferença entre sondagem SPT e sondagem a trado?

A sondagem a trado só coleta amostras superficiais e não mede resistência. O SPT mede o N (golpes para cravar o amostrador) a cada metro, registra o nível d'água e alcança a profundidade que o projeto de fundações precisa.

Meu terreno em São Jerônimo pode ter galeria de mineração?

Na bacia carbonífera, é uma verificação obrigatória antes da fundação. O SPT identifica rejeito, aterro e solo natural, mas o histórico de mineração do lote é consultado à parte, nos registros de lavra, antes de definir a solução.

Quantos furos de sondagem SPT preciso para uma obra em São Jerônimo?

A NBR 8036 fixa o mínimo pela área de projeção da edificação: 2 furos até 200 m², 3 furos entre 200 e 400 m², 1 furo para cada 200 m² até 1.200 m² e, entre 1.200 e 2.400 m², mais 1 furo para cada 400 m² que exceder 1.200 m². Acima de 2.400 m² o número é definido caso a caso. É o mínimo: terreno heterogêneo ou obra sensível pedem mais.

Até que profundidade vai a sondagem em São Jerônimo?

Até atingir o critério de paralisação da NBR 6484:2020 ou a profundidade definida no programa de investigação, que depende das cargas e do tipo de fundação previsto. Em perfis com camada mole, o furo precisa atravessá-la por completo.

O relatório sai com ART?

Sim. O relatório traz o perfil individual de cada furo, com N por metro, descrição tátil-visual das amostras, nível d'água e locação dos furos, assinado por engenheiro civil com Anotação de Responsabilidade Técnica.

Responsável técnico: Eng. Civil Alex Rafael Niepiçuy — CREA/SC 199031-9.
NEV Geotecnia — NEV Serviços de Engenharia Ltda. — CNPJ 60.936.736/0001-06 — Rua Carlos Rueckl, 681 — Sala 2 — Serra Alta — São Bento do Sul/SC — CEP 89291-105.
Página atualizada em 05/10/2026.

Fontes: IBGE — Censo Demográfico 2022 e divisão regional; SGB/CPRM — Mapa Geológico do Estado do Rio Grande do Sul (2008); GeoSGB (geosgb.sgb.gov.br); ABNT NBR 6484:2020, NBR 8036 e NBR 6122:2022.

Orçamento de sondagem SPT em São Jerônimo

Relatório com perfil de cada furo, nível d'água e ART.